segunda-feira, julho 03, 2006

A Angústia do guarda - redes na hora do penálti

Hoje escrevo em lírica

O ruído ensurdecedor, observador deles e irracional : ausente,
em mim que tenho o pé esquerdo às dez horas e o direito que anormal
derrapa em analepse das três para as duas ... pose animal da dor, amor omnipresente.
E se às dez horas bebo o sangue encarnado, já das duas às três : receios, sou mortal,
Tenho apenas de permeio entre o pé e as pupilas, o grito da alma velha de Portugal.

2 Comments:

At outubro 10, 2006 8:14 da tarde, Anonymous Anónimo said...

de onde é te saem essas merdas??? uhm..... mta inspiração!!! ou será aspiração, ãh??

 
At outubro 12, 2006 8:38 da tarde, Blogger metatron said...

Essas merdas? este texto é de muita inspiração ... :p e expiração também ...

 

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